Trata-se de um estudo sobre as diferentes leituras dos resultados dos exames e da sua publicitação. A partir de um distanciamento crítico relativamente às concepções ideológicas que tendem a identificar estes resultados como um factor de discriminação social dos alunos e das escolas, o autor aborda a dicotomia público/privado, dá exemplos de escolas que conseguiram sustentar uma dinâmica de qualificação e contesta alguns dos argumentos mais comuns no debate sobre factores de sucesso educativo. As relações entre desempenho educativo, dimensão das turmas, remuneração do corpo docente e custo médio por aluno, são analisadas e a sua capacidade explicativa contestada com base num conjunto de indicadores de escolas portuguesas com ensino secundário. Publicam-se ainda alguns artigos do autor que fazem um pouco da história da polémica em torno dos rankings.
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